Governo vai vender apartamentos novos por R$ 15 mil para brasileiros em 2026 | Finance Journal

O governo brasileiro, liderado por Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou significativas mudanças no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Em 2026, as faixas de renda do programa serão ampliadas, afetando positivamente milhares de famÃlias.
Esta medida visa aumentar o acesso à moradia digna ao ajustar os limites de renda, onde a Faixa 1 passará a incluir rendas de até R$ 3.200 e a Faixa 2 terá seu limite elevado para R$ 5.000.
Essas alterações são uma resposta à necessidade crescente de habitação acessÃvel, permitindo que mais famÃlias sejam incluÃdas no programa. Esse programa é crucial para reduzir o déficit habitacional no Brasil. As faixas abrangem diversos segmentos da população, facilitando financiamentos e empréstimos com taxas subsidiadas para famÃlias de baixa e média renda.
Com o subsÃdio do programa Minha Casa, Minha Vida, um imóvel de R$ 300 mil, enquadrado na Faixa 1, terá um desconto de 95%, equivalente a R$ 285 mil. Assim, o beneficiário precisará pagar apenas R$ 15 mil pelo imóvel.
Impacto econômico
O reajuste das faixas de renda oferece benefÃcios não só à s famÃlias, mas também à economia. A medida incentiva o setor de construção civil, promovendo a geração de empregos e o crescimento do mercado imobiliário.
O governo projeta que, ao aumentar o teto das faixas de renda, o número de moradias contratadas possa atingir três milhões até o final de 2026.
Reajustes anteriores
O programa Minha Casa, Minha Vida já passou por diversas reformulações para melhor atender as famÃlias brasileiras. Em 2025, os limites dos valores dos imóveis foram revisados, melhorando as condições de financiamento.
Para as faixas 1 e 2, os imóveis financiáveis agora podem alcançar até R$ 350 mil em grandes municÃpios, ajustando-se à s necessidades de diferentes regiões.
Próximos passos
A implementação das mudanças nas faixas de renda está prevista para os próximos meses. O Conselho Curador do FGTS está encarregado de aprovar as novas diretrizes.
Esta atualização não requer recursos adicionais, pois o Fundo de Arrendamento Residencial possui um saldo robusto, garantindo a continuidade do programa.
Fonte: Diário do Comércio
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